Por que tanto alarde?

Já ouviram falar do Dia da Mentira? É claro que sim, dia 1º de abril.
Muitas são as explicações para este dia ter se tornado o dia da mentira, pois cada país, povo, teve o seu 1º dia da mentira.


Mais por que, exatamente o dia 1º de abril?
Até o século 16, comemorava-se o ano novo entre os dias 25 de março e 1º de abril. Mas com a mudança para o calendário Gregoriano, as festas de final de ano passaram a ser em dezembro e janeiro.


A França adotou este calendário em 1564, por ordem do então Rei Carlos IX. Logicamente, as notícias não tinham a velocidade e abragência de hoje, e muitos desavizados, não sabiam da mudança. Foi aí, que um grupo de engraçadinhos, resolveram espalhar que a grande festa de final de ano seria no dia 1º de abril, mas em um local que não existia.
No Brasil, o primeiro relato desta brincadeira, ou melhor, desta mentira em massa, foi em 1º de abril de 1828, com o anúncio da morte do então Imperador D.Pedro I.


Conclusão: "Fake" exitem desde os primódios da comunicação. Hoje, obviamente, com a enorme velocidade com que elas se espalham e o número estupendo de pessoas que as acessam, este "fenômeno" parece tão alarmante. Mas a realidade é uma só: nunca devemos tirar conclusões precipitadas ou imediatas de qualquer notícia que recebamos, mesmo que advenham de fontes idoneas. Devemos, SEMPRE, lembrar, que as notícias são elaboradas, editadas e veiculadas por seres humanos, que de uma forma ou de outra, tem alguma interesse com ela, que pode ser para o bem coletivo, ou próprio.
Toda notícia deve, tem que ser checada, desde a sua fonte até como foi publicada ou difundida, pois com certeza, ela tem seu objetivo.

Fonte: Memória Globo

Nosso Grande e saudoso Velho Guerreiro, o "Chacrinha", tinha uma máxima que dizia: "Quem não se comunica, se trumbica". É este o ponto.
Comunicação é uma via de mão dupla, precisa de um emissor e um receptor. E quando estes passam a ser milhões, com certeza, haverá ruídos e falhas nesta comunicação.
Geralmente, na área de recursos humanos das Empresas, utilizamos um teste de comunicação que exemplifica e testa como seus funcionários se comunicam. Um instrutor reúne em salas separadas grupos diferentes de pessoas, e transmite uma informação, notícia para que estes a transmitam, posteriormente, para as pessoas da outra sala. Ao final da experiência, a notícia, foi totalmente modificada, com cada uma das pessoas, contando, espalhando, a sua versão da notícia inicial.
E você. Teve alguma experiência com fakes?
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créditos e fontes consultadas: filosofandoehistoriando.blogspot.com, Memória Globo, Escola e Educação, Acervo O Globo e Bibioteca Nacional.

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