Chegamos a um descaso absurdo em uma área fundamental em qualquer país do mundo.
Saúde é nosso bem maior, e essencial a existência de qualquer ser vivo, bem como um direito constitucional de todo cidadão, desrespeitado em todas as estâncias e patamares.
Desde as instituições de interesse, órgãos governamentais e profissionais envolvidos, que deveriam agir com mais seriedade e profissionalismo, todos, só fazem piorar uma situação já crítica e deplorável de nossos hospitais e clínicas, sejam Federais ou Municipais.
Os descasos se acumulam em todas as áreas da saúde. É falta de insumos, instalações inadequadas e insalubres, orçamentos desrespeitados e manipulados a bel prazer, profissionais despreparados ou negligentes, culminando nas manchetes deploráveis que vivemos nos últimos meses, acarretando óbitos evitáveis com medidas básicas e simples de pronto-atendimento.
Desde os sistemas de regulação, tais como o SISREG no Rio de Janeiro, até os setores de emergência de toda a rede, inclusive a Federal, estão em colapso.
Não existem condições básicas de atendimento em nenhuma unidade de saúde do Rio de Janeiro, todos apresentam problemas que se agravam e levam pessoas, cidadãos, cidadãs e crianças, a óbitos prematuros, simplesmente por falta de atendimento.
Na última semana do mês passado, julho de 2018, vivenciamos uma passagem deplorável da área da saúde como um todo no Rio de Janeiro.
Uma senhora, passando muito mal, sem sequer conseguir andar, procurou acompanhada de seu filho, um atendimento emergencial num hospital referência na área, mais depois de aguardar por mais de 40 minutos o atendimento de sua mãe, o filho começa a percorrer a unidade a procura de alguém que fizesse o atendimento, pois sua mãe só piorava, já sem conseguir respirar direito. Ao chegar a uma sala, onde se processavam os atendimentos, encontrou os funcionários responsáveis pelo atendimento, conversando, manuseando dispositivos móveis e Redes Sociais. Indignado, o filho passou a gravar e conversar com estes funcionários, o por que não atendiam sua mãe, uma vez que não tinha nenhum atendimento no momento, pois estava muito receioso por sua mãe, ela só piorava.
Qual resposta recebeu? Desligue este celular, por que senão vamos pedir que te prendão por desacato, uma vez que sua mãe só será atendida após preenchimento da ficha de entrada, pois sem ela não posso fazer nada.
Alguns minutos depois, atenderam a senhora, diagnosticaram seu caso como não emergencial, colocando no sistema código azul, ou seja, sem gravidade, solicitando que seu filho a levasse a uma Unidade de Pronto Atendimento - UPA.
Muito contrariado, mais sem alternativa, o filho levou sua mãe à UPA mais próxima, onde sua mãe foi medicada e avaliada com um quadro gravíssimo de parada respiratória, tendo que ser levada às pressas, de volta a emergência de onde havia saído.
Finalizando, depois de mais de 4 horas buscando atendimento, faleceu na unidade deste hospital referência.
Absurdo!!!
O que acha?
Fala pra gente!
E ganhe, GRATUITAMENTE, um dos produtos acima, arcando somente com o custo de envio.
Leia REGRAS DE COMO PARTICIPAR em https://pesquisandorio.blogspot.com/2018/07/falando-da-industria-textil.html
Responda nosso QUESTIONÁRIO em https://pesquisandorio.blogspot.com/2018/07/falando-de-agua.html e GANHE!!!
MAIS CORRA! SOMENTE OS 50 PRIMEIROS QUESTIONÁRIOS RESPONDIDOS RECEBERÃO O BRINDE!
Créditos e fontes consultadas: Álvaro Neves, Rádio Aliança, O Globo.com, Secom, Portal Cidade 24hs, JC online, MZ Portal e Cremeb.
Saúde é nosso bem maior, e essencial a existência de qualquer ser vivo, bem como um direito constitucional de todo cidadão, desrespeitado em todas as estâncias e patamares.
Desde as instituições de interesse, órgãos governamentais e profissionais envolvidos, que deveriam agir com mais seriedade e profissionalismo, todos, só fazem piorar uma situação já crítica e deplorável de nossos hospitais e clínicas, sejam Federais ou Municipais.
Os descasos se acumulam em todas as áreas da saúde. É falta de insumos, instalações inadequadas e insalubres, orçamentos desrespeitados e manipulados a bel prazer, profissionais despreparados ou negligentes, culminando nas manchetes deploráveis que vivemos nos últimos meses, acarretando óbitos evitáveis com medidas básicas e simples de pronto-atendimento.
Desde os sistemas de regulação, tais como o SISREG no Rio de Janeiro, até os setores de emergência de toda a rede, inclusive a Federal, estão em colapso.
Não existem condições básicas de atendimento em nenhuma unidade de saúde do Rio de Janeiro, todos apresentam problemas que se agravam e levam pessoas, cidadãos, cidadãs e crianças, a óbitos prematuros, simplesmente por falta de atendimento.
Na última semana do mês passado, julho de 2018, vivenciamos uma passagem deplorável da área da saúde como um todo no Rio de Janeiro.
Uma senhora, passando muito mal, sem sequer conseguir andar, procurou acompanhada de seu filho, um atendimento emergencial num hospital referência na área, mais depois de aguardar por mais de 40 minutos o atendimento de sua mãe, o filho começa a percorrer a unidade a procura de alguém que fizesse o atendimento, pois sua mãe só piorava, já sem conseguir respirar direito. Ao chegar a uma sala, onde se processavam os atendimentos, encontrou os funcionários responsáveis pelo atendimento, conversando, manuseando dispositivos móveis e Redes Sociais. Indignado, o filho passou a gravar e conversar com estes funcionários, o por que não atendiam sua mãe, uma vez que não tinha nenhum atendimento no momento, pois estava muito receioso por sua mãe, ela só piorava.
Qual resposta recebeu? Desligue este celular, por que senão vamos pedir que te prendão por desacato, uma vez que sua mãe só será atendida após preenchimento da ficha de entrada, pois sem ela não posso fazer nada.
Imagens: odia.ig.com.br
Alguns minutos depois, atenderam a senhora, diagnosticaram seu caso como não emergencial, colocando no sistema código azul, ou seja, sem gravidade, solicitando que seu filho a levasse a uma Unidade de Pronto Atendimento - UPA.
Muito contrariado, mais sem alternativa, o filho levou sua mãe à UPA mais próxima, onde sua mãe foi medicada e avaliada com um quadro gravíssimo de parada respiratória, tendo que ser levada às pressas, de volta a emergência de onde havia saído.
Finalizando, depois de mais de 4 horas buscando atendimento, faleceu na unidade deste hospital referência.
Absurdo!!!
O que acha?
Fala pra gente!
E ganhe, GRATUITAMENTE, um dos produtos acima, arcando somente com o custo de envio.
Leia REGRAS DE COMO PARTICIPAR em https://pesquisandorio.blogspot.com/2018/07/falando-da-industria-textil.html
Responda nosso QUESTIONÁRIO em https://pesquisandorio.blogspot.com/2018/07/falando-de-agua.html e GANHE!!!
MAIS CORRA! SOMENTE OS 50 PRIMEIROS QUESTIONÁRIOS RESPONDIDOS RECEBERÃO O BRINDE!






Comentários
Postar um comentário
Gratos por nos contemplar com seu comentário. Não deixe de participar de nossa pesquisa, respondendo ao nosso questionário, ele é muito importante neste trabalho de conscientização.